E repito: andei pensando sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro — mas a morte é inevitável, e portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor — essa pessoa — continua vivo, há então uma morte anormal.
Caio Fernando Abreu.   (via revejo)
Somos dois erros que insistem em dar certo.
Motivando. (via motivando)
Meu Deus, não sou muito forte, não tenho muito além de uma certa fé. Preciso agora da tua mão sobre a minha cabeça. Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir. Que eu continue alerta. Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato. Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém. Livra-me dos poços e dos becos de mim, Senhor. Que meus olhos saibam continuar se alargando sempre.
Caio Fernando de Abreu.  (via teleportear)
Vou-me embora por uns tempos, preciso tirar férias dessa minha maneira intensa de sentir as coisas, dessa mania de querer carregar o mundo nas costas e sentir culpa pelo que não posso dar conta. Vou olhar tudo de sobrevoo, como quem, desmemoriado, está ausente até dos próprios pensamentos.
Fred Medeiros. (via teleportear)
Charles Bukowski uma vez escreveu: “Sempre haverá alguma coisa para arruinar nossas vidas. Tudo depende do quê, ou de quem nos encontra antes. Nós estamos sempre maduros e prontos para sermos levados.
One Tree Hill.    (via setembros)
O silêncio não é tão ruim, até eu olhar a minha mão e ficar triste, porque o espaço entre os meus dedos está exatamente aonde os seus cabem perfeitamente.
Owl City. (via romeuemcrise)